Nós, os cronistas

Dora Almeida

Dora AlmeidaDora Almeida. Nascida em Dom Pedrito, mora em Porto Alegre. Professora de Matemática do ensino fundamental e, disso, aposentada. Tem uma filha, Dóris, professora da UFRGS, da qual se orgulha muito. Também um neto, Francisco, por quem é apaixonada. Estuda francês e valoriza bastante um bom papo com amigos. Otimista, procura o lado bom da vida, embora, confessa, nem sempre seja possível encontrá-lo.

Dora Maria nasceu no ano passado, quando, aos 70 anos, resolveu postar seus textos num blog. Diz que assim não corre o risco de, como fazem os velhos, repetir (pelo menos no blog) as mesmas histórias. Descobriu seu lado MARIA ao conhecer Rubem Penz, com quem fez a Oficina Literária Porto Alegre Soa Assim e que, agora, a apresentou a Antônio Maria. Sonhadora, deixa correr a imaginação e escreve sobre o cotidiano das pessoas. Tem certeza de que todos somos personagens do grande romance da vida.

Felipe Basso

Felipe Basso IIFelipe Basso não falou uma única palavra até os quatro anos de idade e, ironicamente, se formou em Comunicação Social. Acorda cedo e dorme tarde da noite. Já trabalhou como jornalista em órgão público, como produtor de TV, assessor de imprensa, colunista no Portal Baguete e redator publicitário, além de ter participado do projeto Santa Sede – Crônicas de Botequim (2011). Não planejou ficar pobre, simplesmente aconteceu.

Felipe Maria nasceu falante, mas, ironicamente, é mais ouvido quando escreve. Acorda tarde e dorme cedo. Da manhã. Ama a noite porque ela tem as duas coisas essenciais para um escritor: o barulho e o silêncio. Ama a crônica porque os críticos a consideram um gênero menor, e isso é quase a liberdade. Não aconteceu de ficar pobre, simplesmente foi tudo planejado quando virou escritor.

Gerson Kauer

Gerson Kauer01Gerson Kauer nasceu em Montenegro, continua lá, desenhando, escrevendo, fotografando e sendo publicitário. Já foi atendente de farmácia, limpador de fogões, serigrafista, diagramador de jornais e pintor letrista. Hoje, das letras quer o melhor. Em vez de pintá-las, busca extrair suas cores. Desde que participou da Oficina Santa Sede – crônicas de botequim, tomou coragem e hoje escreve e publica. Sem moderação.

Gerson Maria é boêmio. Frequenta botecos em Montenegro e onde quer que estejam. Inspira-se no bar, encontra seus pares, faz lá suas rezas. Gerson Maria é noturno, ao contrário do outro. Dorme tarde, para desespero do outro. Vive para a arte, para alegria do outro.

Linda Grossi

Linda GrossiLinda Grossi, nascida em Porto Alegre, é esposa, mãe e filha. Só o horóscopo consegue explicar a tradução de “família” em sua vida: nasceu em Câncer com ascendente em Câncer. Para despoluir o Guaíba, se formou Engenheira Química. Para não deixar que o tempo amarelasse suas memórias mais valiosas, escreveu Meu Anjo Gabriel e Luiza – Bom dia, flor do dia para a família e participou da antologia Santa Sede – Crônicas de botequim Safra 2013.

Linda Maria, sempre otimista, segue a vida com leveza. Acredita que todas as pessoas são do bem e afirma que tudo tem solução – se estressar para quê? Sua felicidade se traduz em cinco sentidos: os olhos sorriem para o avião que cruza o céu azul, os ouvidos batem palmas para a gargalhada dos filhos, o nariz festeja o cheiro de grama molhada, a boca estala com o conforto de um café com leite e seu corpo estremece com o calor do abraço de seu amado.

Luciana Farias

Luciana FariasLuciana Farias. Lu, para uns; para outros, doutora Luciana. Odeia rótulos, mas, exausta de ser a contestadora, convive com eles. Mãe da Isabella, esposa do Marcelo, advogada, gestora e solucionadora de problemas de toda ordem, acha absurdo que o dia tenha apenas 24 horas. Sob o tailleur, esconde seis tatuagens. Acredita que só o rock´n´roll salva. Não teme a morte, apena a partida prematura. Publicou crônicas no projeto Santa Sede – Safra 2013.

Luciana Maria tem personalidade escorregadia. Difícil saber quando fala a verdade. É séria ou debochada, conforme a provocação. Ri da desgraça humana. Faz piada da pequenez de seus pares. Quando contempla sozinha o sofrimento da vida, aceita sofrer. Prefere-se ácida e irônica à sentimental e lamurienta. Crê que há muitos vinhos para provar em tão curta existência. Tem grande prazer em escolher palavras e costurar frases. Seu texto é pura autotradução.

Mariana Marimom

Mariana MarimonMariana Marimon nasceu aqui em Porto Alegre e cresceu por aqui mesmo. Funcionária pública desde cedo, é formada – finalmente – em Design de Moda. Tem os dois filhos mais lindos do mundo. Se exercita menos do que deveria, lê menos livros do que gostaria, come mais do que o recomendado, compra mais que seu cartão de crédito permite.

Mariana Maria nasceu quando entrou faceira na livraria do colégio e comprou um caderno com capa do Mickey. Escreveu na primeira página: Minhas Histórias. Criativamente renasce ao longo dos anos, alternando poesia com a vida que segue. Sofre por amor, suporta as alegrias, chora com raiva, ri de nervosa, sonha sempre. Porque é poeta e, portanto, pode.

Roberto Marques

Roberto MarquesRoberto Marques é engenheiro elétrico e atua na área de comunicações. Foi professor de violão clássico e popular. Músico e compositor, gravou o CD Solilóquios, Colóquios e Quiproquós pelo Fumproarte (2007) – três indicações ao Prêmio Açorianos de Música. Participou da antologia Santa Sede – Crônicas de Botequim Safra 2010.

Roberto Maria teve sua iniciação escrevendo letras de músicas e poesias. Trazido por Rubem Penz, foi apresentado a si próprio como escritor de crônicas. Uma íntima descoberta. Centelha e chama. No ensejo de observar, pensar e intuir por meio da índole e da premissa do poeta, a pretensão de sempre aguçar o senso, o sentimento e os sentidos.

Rubem Penz

Rubem Penz

Rubem Penz é porto-alegrense. Pai do Ivan e da Clara, escritor, baterista, compositor e publicitário. Cronista no Metro Jornal e outros veículos, tem entre os principais livros publicados O Y da questão e outras crônicasEnquanto Tempo e a série de antologias Santa Sede, crônicas de botequim (organizador).

Rubem Maria é, paradoxalmente, tímido e exibido. Homem amoroso, paternalista e um pouco rígido consigo e com os outros – culpa da ascendência alemã. Faz amigos com facilidade, e, dificilmente, inimigos. Quer vê-lo feliz, comece com uma cerveja e dois dedos de prosa. Daí, só para melhor.

Tiago Pedroso

Tiago Pedroso

Tiago Pedroso é empresário, casado e pai de três meninas. Vive em Porto Alegre. Participou da Oficina Santa Sede Crônicas de Botequim, Safra 2013, que também é realizada em um bar. E, garante, está bebendo cada vez melhor. Sério. Introvertido. Matando um leão por hora para garantir um futuro digno e, também, sustentar esse aí de baixo.

Tiago Maria. Reacionário. Cara de pau. Vive em estado de poesia. Relapso. Altamente apaixonável. Esse, sim, capaz de fazer rir até mesmo as famílias que rezam juntas. Bom observador. Ótimo ouvinte. Ambiente ideal: roda de amigos. Escreve para livrar-se desse aí de cima.

Vanessa Conz

Vanessa ConzVanessa Conz mora em Porto Alegre. Engenheira química, com mestrado, pós-graduação e exames médicos em dia. Atua na indústria química e se diverte na literatura. Participou da antologia Santa Sede, Crônicas de Botequim – Safra 2013. É casada com Rogério, com quem espera ansiosamente Cecília, sua primeira filha. Gosta de ler, escrever e viajar, preferencialmente para lugares remotos. Quase todas as suas decisões são racionais, não fosse sua porção Maria…

Vanessa Maria. Um pouco mais nova que a Conz, nasceu no dia em que escreveu a primeira frase. Apaixonou-se pelas palavras porque são elas que entortam o punho. Observadora, sofre ao criticar o mundo e ao mesmo tempo agradar a todos. Sentir é o verbo que escolheu para andar e dar pés a sua vida. Acha que a sensibilidade resolveria metade dos problemas mundiais. No maior estilo Maria, eventualmente aprecia a melancolia só para provocar a ponta do lápis.

Zulmara Fortes

Zulmara Fortes

Zulmara Fortes. Nascida em Uruguaiana, criada em Porto Alegre. Desde que se aposentou, participa de oficinas literárias e empresta seu tempo ao voluntariado. Na Associação dos Celíacos do Brasil/RS, editou durante três anos o informativo Viva sem glúten. Atualmente colabora com o Bazar da Aldeia da Fraternidade fazendo costurices.

Tem contos e crônicas publicados nas antologias Antes do Ponto Final (Sintrajufe – 2008), Santa Sede – crônicas de botequim (Safra 2010)[Revisão4] , Concurso Nacional Jorge Ribeiro 2009 (PM Cachoeirinha, 2010) e Moraes da História(2012).

Zulmara Maria. Porto-alegrense por adoção, funcionária pública por conveniência, jornalista por formação, viúva por desventura, cronista por natureza. Cheia de sentimentos contraditórios, escreve para não se perder de si mesma.

 

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